Gulnar Sacoor

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Inspirações


As Cores do meu Mundo (2015-2016) Imprimir

A minha inspiração: as borboletas!

Ao olhar para as borboletas vejo cores e padrões inimagináveis! A leveza com que se deslocam, o encanto e a alegria que proporcionam a quem as observa deixa qualquer um, por segundos que sejam, num silêncio meditativo.

Encanta-me apreciar a sua beleza – um dos infindáveis tesouros da Natureza, tão pródiga de cores e formas...

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''ONE-NESS'' – Inspiração para o biénio 2014/2015 Imprimir

Abaixo, encontram-se trechos do Discurso de Sua Alteza Aga Khan no Parlamento Canadiano em Ottawa no dia 27 de Fevereiro de 2014:

“… Permitam-me terminar com o pensamento pessoal. À medida que constroem as vossas vidas, para vocês e para outros, irão basear-se em alguns princípios. Central na minha vida tem sido um verso do Sagrado Alcorão, que é dirigido a toda a humanidade. Diz: “Ó Humanidade, temei o vosso Senhor, que vos criou de uma alma única, e dela criou a sua companheira, e do par espalhou pelo mundo muitos homens e mulheres…

Não conheço expressão mais bela sobre a unidade da raça humana – nascida, de facto, de uma alma única.”

“Uma ética cosmopolita é aquela que recebe a complexidade da sociedade humana. Equilibra direitos e obrigações, liberdade e responsabilidade. É uma ética para todos os povos, o familiar e o Outro, quer vivam do outro lado da rua ou do outro lado do planeta.”

“Um compromisso pluralista tem a sua raiz na unidade essencial da raça humana. Não diz o Sagrado Alcorão que a humanidade descende de “uma única alma”? Num mundo cada vez mais cosmopolita, é fundamental que vivamos de acordo com uma “ética cosmopolita” que responda à necessidade ancestral que equilibre o individual e o universal, que honre os direitos humanos e as obrigações sociais e que adiante a liberdade pessoal e aceite a responsabilidade humana.”

Este discurso teve um impacto em mim, enquanto pensava num tema para inspiração para a minha pintura abstracta. Uma miríade de ideias vieram-me e comecei a visualizá-las de forma abstracta Comecei com algumas experimentações, em pequenos formatos, e defini mais ideias com colagens, fios e papel de seda, que eu espero façam justiça à mensagem que espero transmitir através da minha arte – nesta crise social, económica, política absolutamente caótica que o mundo atravessa desde 2008.

Grata pelo vosso tempo e apreciação.

 
Pintar, para mim... Imprimir
Pintar é, para mim, uma forma de meditação, um processo de busca pessoal. Cada cor tem um valor único e expressa emoções que todos percebemos, como o vermelho expressa paixão, sangue, raiva.

Mas a forma como cada pintura é interpretada pelo espectador torna a pintura singular e única. A mesma pintura pode ser interpretada de dez formas diferentes por dez espectadores diferentes. Isto faz de pintura algo dinâmico.

Todos nós já observámos uma rosa bonita, com as suas nuances de cores e pétalas bem desenhadas. O perfume que sentimos e a emoção que gera em nós, pode ser expresso numa tela? Talvez sim...

As minhas pinturas são aquelas emoções que eu vejo na vida. São reflexões sobre a vida. São experiências do dia-a-dia, são sentimentos, emoções, pensamentos, mistérios...

Seleciono as cores de acordo com as emoções que a tela me transmite. A grande maioria das cores são vivas e ousadas. Não me importo se uma cor se sobrepõe a outra cor, pelo simples facto de não estarmos a viver isoladamente no universo. Todos nós temos uma cor que é única e simultaneamente herdamos cores dos nossos parentes, familiares, amigos, e da sociedade em que estamos inseridos.

A tradição, a cultura e os rituais que seguimos, projectam a nossa identidade interna e externamente e a pintura mostra a vida nas suas várias tonalidades.

Somos todos diferentes em diversas entidades, mas a nossa essência é a mesma. Todos os seres humanos têm os mesmos cinco sentidos e vivemos a vida com os cinco sentidos entrosados. O espectador de uma pintura pode ser de qualquer parte do mundo. Mas somos todos um. As nossas vivências, tradições, rituais e sistemas de valores podem ser diferentes. Mas internamente todos aspiramos paz e harmonia. Estas duas palavras são vitais para o bem estar de qualquer individuo.

As minhas pinturas criam uma ligação entre si e mim.

 
Pictorial Dialogue Imprimir
Lieuwe Op’t Land
o arquitecto Lieuwe Op’t Land
Never in history of art had a painter taken the initiative to put two historical and charismatic painters together on one canvas, to provoke a virtual artistic dialogue between them.

Not just a dialogue with words in a conversation, as the etymology says, but with painted images.

The well-known Portuguese painter Gulnar Sacoor did, inviting Pieter Mondrian and Mark Rothko on her canvases.

The confrontation is indeed very fruitful and significant because of the evident correspondences and antagonisms. Both make regular orthogonal compositions, but in the realisation they quite differ: The first is neat, with geometrical decision, while the second presents cloudy and flushing vagueness.

To put these effects in a confrontation, illustrate and deepens the meaning of each other. Moreover, to put these two personalities on one canvas, show inevitable their reciprocal approach in matter of emotions, performances, perception and lifestyle, and this is just the hidden aim of the painter Gulnar, which merits our full attention for the present works and the future production, that can be prosperous because of the great possibility of development and the innumerable ways of interpretation.

With great respect and good wishes, Lieuwe Op’t Land

http://abobadaolisbonense.wordpress.com/apresentacao/
 
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